
Os homens emagrecem com mais facilidade do que as mulheres? Isso não é uma regra, mas pode acontecer, já que o metabolismo deles é mais rápido , afirma a nutricionista Raquel Maia, da Dhamma Consultoria em Nutrição, Saúde e Alimentação. Numa entrevista bastante detalhada, a especialista explica esta e algumas outras diferenças entre os organismos masculino e feminino e revela o que está por trás das dietas que realmente funcionam, não importa o sexo. 1) Há mudanças nas proporções de carboidratos, proteínas e gorduras? Independentemente do sexo, as proporções de carboidratos, proteínas e gorduras diferem de pessoa para pessoa. O cálculo ideal leva em conta peso, altura, idade e atividade física de cada um, ou seja, valores são individuais. 2) Homens e mulheres queimam calorias da mesma forma? A queima de calorias é influenciada por diversos fatores, como atividade física e estado de saúde, não depende somente do sexo. 3) É verdade que as mulheres precisam mais de carboidratos? Por quê? No caso das mulheres, as necessidades (não só de carboidratos, mas de todos os nutrientes) aumentam durante a gravidez para suprir as necessidades do feto. Durante a amamentação, essas necessidades continuam elevadas também para que se mantenha um bom suprimento de leite. Mulheres que não estejam grávidas, amamentando ou praticando exercícios de longa duração não precisam de uma ingestão maior de carboidratos, pois é sabido que seu excesso leva a obesidade. 4) E como é a necessidade de proteínas? A recomendação padrão da OMS (Organização Mundial de Saúde) é de que o VET (Valor Energético Total) diário seja composto por 15 30% de proteínas. Sendo assim, como os homens normalmente necessitam de um valor calórico mais elevado que as mulheres, sua ingestão de proteínas acaba sendo maior também, sempre preconizando a porcentagem indicada pela OMS. Deve-se lembrar que atletas e pessoas com condições clínicas diferenciadas necessitam de um aumento nessa porcentagem. 5) A necessidade de hidratação varia entre homens e mulheres? A necessidade de hidratação irá variar de acordo, principalmente, com a idade e atividade física. Se o homem ou a mulher praticam algum tipo de atividade física, é necessária uma reposição maior para que se compensem as perdas. 6) No que o ciclo menstrual interfere na dieta? Os hormônios que interagem durante a fase menstrual são os responsáveis por regular o comando cerebral da fome e até do humor. No período menstrual é normal que haja o aumento da fome, o inchaço do corpo e os sintomas típicos da TPM. Para minimizar os sintomas da TPM, evite bebidas que contenham cafeína, como chá preto, café e refrigerantes. Como há sangramento, ocorre a perda de ferro, sendo assim consuma alimentos ricos em ferro como feijão, carne vermelha e folhosos escuros (espinafre, agrião, rúcula) para suprir essa perda. 7) No caso das frutas e dos legumes, há alguma variação? Não há variação no consumo de frutas e legumes. Ambos os sexos podem ingerir a mesma quantidade. As mulheres tendem a consumir mais alimentos destes grupos por serem mais preocupadas com a ingestão de fibras e com a boa forma. 8) O consumo de suplementação é mais comum entre homens e mulheres? Se a pessoa, seja homem ou mulher, tiver uma dieta balanceada, com alimentos de todos os grupos alimentares, não há necessidade de suplementação. Ela só é indicada para aquelas pessoas que por, alguma razão, não conseguem se alimentar adequadamente. 9) Como os hormônios masculinos e femininos interferem na dieta? Qual a relação deles com os nutrientes que devem ser consumidos? Os hormônios são substâncias responsáveis pela harmonia das nossas funções orgânicas, uma vez que aceleram ou diminuem a velocidade de reações e funções biológicas. São diversos os hormônios que influenciam homens e mulheres. A insulina, presente tanto em homens como em mulheres, possui a função de controlar a taxa de açúcar no sangue (glicose) e tem papel significante no ganho de músculos ou na perda de gordura. Sempre que comemos um carboidrato, nosso organismo usa a insulina para retirar a glicose da corrente sangüínea. Um dos hormônios que mais afetam as mulheres é a chamada serotonina, associada à sensação de bem-estar. Já os homens são dependentes da dopamina, outro hormônio relacionado ao vigor. A falta de serotonina deixa as mulheres mais vulneráveis a doenças como a depressão. Os alimentos que ajudam na produção de serotonina são os carboidratos (pães, massas e doces como o chocolate). Outros hormônios que influenciam bastante as mulheres são o estrógeno e progesterona, que são responsáveis pelas características femininas, e a retenção de líquidos. Devido a essa ação desses hormônios, é necessário acrescentar porções generosas de alimentos diuréticos a dieta. Frutas como a melancia e o melão são ótimas opções. 10) Por que pensar só em calorias torna as dietas muito restritivas e, até mesmo, ineficazes? Além das calorias, é preciso pensar na distribuição dos nutrientes na dieta. Homens e mulheres que desejam emagrecer precisam ser reeducados quanto aos hábitos alimentares e a um estilo de vida mais saudável.1) Há mudanças nas proporções de carboidratos, proteínas e gorduras? Independentemente do sexo, as proporções de carboidratos, proteínas e gorduras diferem de pessoa para pessoa. O cálculo ideal leva em conta peso, altura, idade e atividade física de cada um, ou seja, valores são individuais. 2) Homens e mulheres queimam calorias da mesma forma? A queima de calorias é influenciada por diversos fatores, como atividade física e estado de saúde, não depende somente do sexo. 3) É verdade que as mulheres precisam mais de carboidratos? Por quê? No caso das mulheres, as necessidades (não só de carboidratos, mas de todos os nutrientes) aumentam durante a gravidez para suprir as necessidades do feto. Durante a amamentação, essas necessidades continuam elevadas também para que se mantenha um bom suprimento de leite. Mulheres que não estejam grávidas, amamentando ou praticando exercícios de longa duração não precisam de uma ingestão maior de carboidratos, pois é sabido que seu excesso leva a obesidade. 4) E como é a necessidade de proteínas? A recomendação padrão da OMS (Organização Mundial de Saúde) é de que o VET (Valor Energético Total) diário seja composto por 15 30% de proteínas. Sendo assim, como os homens normalmente necessitam de um valor calórico mais elevado que as mulheres, sua ingestão de proteínas acaba sendo maior também, sempre preconizando a porcentagem indicada pela OMS. Deve-se lembrar que atletas e pessoas com condições clínicas diferenciadas necessitam de um aumento nessa porcentagem. 5) A necessidade de hidratação varia entre homens e mulheres? A necessidade de hidratação irá variar de acordo, principalmente, com a idade e atividade física. Se o homem ou a mulher praticam algum tipo de atividade física, é necessária uma reposição maior para que se compensem as perdas.
Primeiros marcos da história da pizza O prato é tão maravilhoso que, na história da pizza, diferentes culturas afirmam ter criado a primeira de todas. Uma comida similar foi preparada primeiro na era Neolítica. Os nomes variavam. Mas uma massa assada com diferentes toppings já era encontrada pelo mundo desde aquela época. Entretanto, foi em Nápoles que a primeira pizza de verdade foi preparada, nos anos de 1600. A ideia é que fosse vendido para que as pessoas comprassem suas fatias e comessem por seus caminhos. O que levou a uma mudança nos hábitos alimentares dos italianos. A popularidade aumentou quando alguns membros da realeza se apaixonaram pela pizza. Os responsáveis foram o Rei Umberto I e a Rainha Margherita, enquanto eles visitavam a cidade de Nápoles em 1889. Eles queriam conhecer a culinária local. Foi então que o pizzaiolo Raffaele Esposito preparou três opções diferentes. Uma delas feita com molho de tomate, muçarela e manjericão – para homenagear a bandeira italiana. A rainha ficou encantada, por este motivo que este sabor de pizza recebe o seu nome. Pizza se torna mais popular pelo mundo Os reis italianos tiveram um grande papel na popularização da pizza. Contudo, ela se limitava à Itália. A primeira pizzaria nos Estados Unidos foi aberta em 1905, por Gennaro Lombardi. Sua loja era em Manhattan. Pouquíssimo tempo depois, em 1910, o Brasil ganhou sua primeira pizzaria, no bairro do Brás, em São Paulo. Esse alcance maior da pizza se deu porque os italianos estavam emigrando para as américas em busca de melhores empregos. Com isso, na busca por uma fonte de renda, alguns abriam suas pizzarias. História da pizza delivery A moda começou nos Estados Unidos. Após a Segunda Guerra Mundial, os soldados estavam famintos e com vontade de seus pratos favoritos. Entretanto, nem todos poderiam ir até as suas pizzarias favoritas. Foi então que uma loja da cidade de Nova Iorque começou a oferecer o serviço de levar as pizzas. Elas eram armazenadas em containers e transportadas. O delivery mais parecido com o que conhecemos hoje surgiu em Los Angeles alguns anos depois. Desde então, a praticidade para pedir pizza só aumentou. Não só isso, a qualidade, a segurança na entrega e agilidade também. O que é trabalho de aprimoramento de muitos anos de história da pizza. História da Pizza no Brasil Como dissemos anteriormente, a primeira pizzaria foi aberta no Brasil em 1910, com os imigrantes italianos. O bairro para essa recepção foi o Brás, na cidade de São Paulo. Contudo, no início, os brasileiros não haviam aderido tão bem o novo alimento. Só a partir de 1950 que o prato se tornou popular por todo o país. Hoje, a pizza é parte da cultura brasileira. Para se ter noção, o país produz um milhão de pizzas por dia e o estado de SP é responsável por mais da metade disso. Outro fato interessante é que a cidade de São Paulo é a segunda cidade que mais consome pizza no mundo, perdendo apenas para Nova Iorque. É tanto amor que, desde 1985, temos um dia especial: dia 10 de julho é comemorado o dia da pizza. E aí, o que achou? Muita coisa bacana, não é mesmo? Não sei você, mas eu fiquei com uma vontade de comer uma pizza marguerita bem quentinha…. Conte o que achou do texto nos comentários e faça o seu pedido de pizza pelo app da Pizza Prime.
Há exatos 11 anos, em 22 de maio de 2010, Laszlo Hanycez registrou o seu nome para sempre na história ao realizar a primeira transação de compra de um produto utilizando uma criptomoeda, adquirindo duas pizzas da rede de pizzarias dos EUA Papa John’s por 10 mil bitcoins. A data virou motivo de comemoração para os entusiastas do criptoativo e passou a ser celebrada como “Bitcoin Pizza Day”. Pra entender um pouco melhor a historia, o site MoneyControl.Com conta que nove meses após a histórica compra, o Bitcoin atingiu a paridade com o dólar norte-americano fazendo as duas pizzas valerem US $ 10.000, enquanto no ano de 2015, as duas pizzas estavam avaliadas em US $ 2,4 milhões. Em seu 11º aniversário em 2021, o preço do bitcoin atingiu uma alta de $ 63.000. Portanto, as duas pizzas valeriam atualmente US $ 630 milhões. É algo que representa muito bem o processo de valorização de cripto ativos. Nesta semana o mercado de criptomoedas apresentou uma forte queda, mas especialistas acreditam numa recuperação no longo prazo.
Ir ao restaurante, hoje em dia, se tornou um hábito tão comum que parece que esses estabelecimentos sempre existiram. Porém, nem sempre tivemos muitas opções de lugares para comer e, nem de comida diversificada nos estabelecimentos que serviam alguma refeição. Por isso vamos descobrir quando inventaram o restaurante e qual foi o primeiro que surgiu e que se parece como os que temos disponíveis hoje em dia. Para isso, vamos voltar no tempo, no período da Revolução Francesa. Locais que serviam comida antes da Revolução Francesa Antes da Revolução Francesa (1789 – 1799), os franceses tinham algumas opções de estabelecimentos que ofereciam comida, mas eram mais voltados para os viajantes. As estalagens ou hospedarias, tinham horários específicos para servir a refeição, decidida pelo dono do lugar, para todos. As tabernas eram lugares em que as pessoas iam para beber, mas eles tinham um cardápio do dia que era servido em horários específicos. Já os traiteurs serviam refeições uma única vez ao dia, mas as pessoas não podiam escolher os pratos. Por último tinham os cafés, que comercializavam bebidas, como café, chocolate e chá. Além disso, era servido alguns doces e petiscos. Ainda não havia um lugar em que as pessoas pudessem escolher do cardápio o que queriam comer e pagar o valor referente ao que pediam. Mas, com a Revolução Francesa isso mudou. O surgimento do primeiro restaurante Existem duas versões para o surgimento do primeiro restaurante. A primeira diz que ele foi criado em 1765, em Paris, por M. Boulanger. Ele teria sido o primeiro estabelecimento a anunciar sopas restauradoras para o estômago (bouillon restaurant, em Francês). Já a segunda versão diz que o primeiro restaurante foi criado em 1766, em Paris, por Marthurin Roze de Chantoiseau. Ele vendia comidas saudáveis, incluindo a sopa restauradora ─ bouillon restaurant. Sendo assim, o nome restaurante deriva da palavra francesa restaurant. Só que nesses lugares o cardápio era restrito a sopas, sendo um pouco diferente do restaurante que conhecemos. Assim, em 1782, em Paris, Antoine Beaubillers fundou o primeiro restaurante do jeito que conhecemos ─ o La Grande Taverne of London ─, com uma equipe treinada de garçons, um salão elegante, uma cozinha com bons ingredientes e uma boa adega. Dessa forma, os franceses começaram a criar o hábito de comer fora. Alguns anos depois, esse tipo de estabelecimento estava ganhando mercado nos Estados Unidos, com a abertura do primeiro Jullien’s Restaurator em Boston, em 1974. Porém, o costume era que as próprias pessoas se servissem. Só em 1810, o estilo Service à la russe, em que os clientes eram servidos com a comida preparada no prato, começou a ser introduzido na França, depois Inglaterra e outros países. Quem trouxe essa nova forma de servir os clientes foi o príncipe russo Kurakin. Se hoje temos várias opções de restaurantes para irmos almoçar ou jantar, se deve ao fato da Revolução Francesa ter surgido, fazendo com que a classe burguesa ganhasse força, culminando, entre tantas outras coisas, no surgimento dos restaurantes.

A feijoada é um prato típico do Rio de Janeiro e é muito consumido em todo Brasil. Apesar de ser um prato com muitas variações, a típica feijoada completa é aquela que leva todas as carnes salgadas (costela, linguiças variadas, carne seca, pé, orelha, rabo, lombo, bacon) e é servira com rodelas de laranja, couve refogada no alho, arroz e farofa. Por ser um prato considerado pesado, há quem prefira fazer a feijoada simples: para isso, você pode apostar em usar apenas linguiça paio, bacon e carne seca, deixando seu prato de feijoada mais leve sem perder sabor. Para quem está de dieta e quer apostar em uma feijoada light, invista na feijoada vegana ou na feijoada vegetariana! Nela não vão as carnes, é supernutritiva e saborosa, além de ser mais leve! Se você quer ir além da feijoada tradicional, existem muitas variações do prato que você pode testar como feijoada branca, feijoada de frutos do mar, feijoada mineira, feijoada de camarão e até mesmo pratos similares como a dobradinha ou o cassoulet, conhecido como feijoada francesa! Esta receita serve feijoada para 20 pessoas, se você vai cozinhar para muitas pessoas, multiplique os ingredientes por 2,5, por exemplo: para uma feijoada para 50 pessoas, você precisa usar 2,5 kg de feijão, para uma feijoada para 100 pessoas seriam 5 kg de feijão e assim sucessivamente, siga esta proporção para o restante dos ingredientes que você não vai errar nunca!